"Alguém diz: «Eu sou o único mestre de mim mesmo, ninguém tem o direito de me ditar as suas vontades.» -
Coitado! É realmente ele que governa?...
Quando eu digo “Ele”, subentendo o seu Eu Divino.
Pois bem, isso não é garantido, houve outros que tomaram o seu lugar, forças caóticas, tenebrosas, paixões que ele deixa andar à solta dentro de si. Entretanto, ele, o seu verdadeiro eu, está como um prisioneiro fechado algures num pequeno cárcere, é alimentado com algumas côdeas de pão e um pouco de água, sofre,está infeliz.
Quantas pessoas não há que se sentem livres e poderosas! E talvez elas consigam, ao menos por um momento, impor-se aos que as rodeiam ou até a um país inteiro; mas a sua liberdade e o seu poder são apenas aparentes. Nelas reina a anarquia, e essa anarquia interior é muito mais grave e perigosa do que a anarquia
política e social. É ela que enche as prisões, as clínicas e os hospitais psiquiátricos. Até quando? Até que os humanos, conscientes, vigilantes, consigam restabelecer neles a autoridade do Princípio Divino."
AMIGOS...são ABRAÇOS!